quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Reflexão Pós-Natal

Altura para uma análise panorâmica sobre o que foram os últimos dias.
Ora pois bem, sensato será dizer que foram rosas, correcto será bem secas e com espinhos.
Adoro o espírito natalício familiar (o meu), embora seja sabido que abomino o exterior a.k.a. comercial.
É um dos primeiros anos da minha singela vida em que posso dizer com ar de contenamento que não recebi as típicas prendas, isto é, não constam na minha lista o pijama do Ursinho Vai À Fonte, as peúgas quentinhas e hiper coloridas e, por último, as famosas cuecas de gola alta para não arrefecer o pescoço.
Sinto-me uma previlegiada, ou meramente sortuda por ter sido muito precisa nas indicações que deixei tenua e não tão discretamente nas diversas conversas que tive com os meus familiares.
Poderia sim, fazer uma lista efectiva do que realmente recebi, mas tais informações são somente para o regozijo da proprietária.
Em suma, posso afirmar que foi um Natal com saldo positivo, excepto no meu telemóvel. E nota: não contribuí euforicamente para o grande número de sms per capita que se fizeram registrar neste período. Aliás, posso mesmo afirmar que poucas foram, ou até mesmo quase nenhumas, as mensagens de foro festivo que recebi.
Agora, fugindo um pouco ao tema natalício, posso deixar para os demais uma pequenina notícia sobre a minha vida pessoal: algo está para mudar, e para muito breve. Quando tudo estiver dentro dos planos, aí sim, farei a devida publicidade à minha felicidade crescente.
Até lá.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Run Santa Run

Eu não tirei o dia para me queixar, tanto porque penso que é mais entusiasmante atirar-me violentamente para o chão, e sempre daria em algo, nem que fosse uns hematomas ou uns rasgos na roupa, ou ambos – isso sim seria o clímax da coisa. Contudo não consigo evitar demonstrar um ligeiro descontentamentozinho, coisinha pouca.
Sinto-me extremamente revoltada e frustrada com esta época natalícia! Chego mesmo a dizer que me sinto FU................LA...
Abomino o espírito comercialóide que se apodera das criaturazinhas que deambulam por tudo o que é grande superfície e afins. Infelizmente, creio que não seja nada de novo para mim, pois todos os anos exteriorizo mais avidamente a mesma dor fulminante que me corrói por dentro, quando conferenciando com os meus botões, tenho dúvidas imensas que isso dificilmente irá mudar, aliás, crescerá com o passar do tempo.
Enfim, há males que se geram como ervas daninhas, este é um deles.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Thoughts

Não sei porque continuo a escrever quando sinto que o faço para um nada. Ou talvez seja esse o verdadeiro sentimento que me preenche: nada. Ou talvez seja aquilo que sinto que realmente sou. Tanta suposição, tanta incerteza, no entanto, uma certeza crescente: Sou um nada que vagueia deambulando com rumo incerto ansiando pelo tudo que tu és. Sei que sem ti nada faz sentido. E volto ao império sensorial: nada e tudo.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Nunca mais é Sábado

...diz ele.

Tanto tempo que se passou e tanta novidade que veio anexada.
Estas últimas semanas têm sido infernais, por assim dizer - salvo seja; no bom sentido da palavra.
Tantas, e tão boas, alterações que se fazem sentir, casa nova, móveis novos, em suma, vida nova.
Todos estes planos sabem bem, demonstram interesse e vontade de construir algo que irá dar frutos no possível, uma segurança que vai desabrochando como se de uma pequena e singela flor se tratasse.
É estranho tentar expôr em palavras o que realmente sinto e, sobretudo, o que realmente tenho vivido.
Somente posso dizer, tentando resumir o irresumível, que estou feliz e essa felicidade é acompahada eternamente por um crescimento gradual.