sexta-feira, 11 de fevereiro de 2005

Love Metal.

Just received this e-mail and I had to post it! It's f*cking hilarious!!
*mwhahahaha* :D



This is the situation: there's a beautiful princess trapped in a castle watched by a dragon. Here's the end of the story with different styles of metalheads as knights.


POWER METAL:
The protagonist arrives riding a white unicorn, escapes from the dragon, saves the princess and makes love to her in an enchanted forest.

THRASH METAL:
The protagonist arrives, fights the dragon, saves the princes and fucks her.

HEAVY METAL:
The protagonist arrives on a harley, kills the dragon, drinks a few beers and fucks the princess.

FOLK METAL:
The protagonist arrives with some friends playing acordions, violins, flutes and many more weird instruments, the dragon falls sleep (because of all the dancing). Then all leave....without the princess.

VIKING METAL:
The protagonist arrives in a ship, kills the dragon with his mighty axe, skins the dragon and eats it, rapes the princess to death, steals her belongings and burns the castle before leaving.

DEATH METAL:
The protagonist arrives, kills the dragon, fucks the princess and kills her, then leaves.

BLACK METAL:
The protagonist arrives at midnight, kills the dragon and impales it in front of the castle. Then he sodomises the princess, drinks her blood in a ritual before killing her. Then he impales the princess next to the dragon.

GORE METAL:
The protagonist arrives, kills the dragon and spreads his guts in front of the castle, fucks the princess and kills her. Then he fucks the dead body again, slashes her belly and eats her guts. Then he fucks the carcass for the third time, burns the corpse and fucks it for the last time.

DOOM METAL:
The protagonist arrives, sees the size of the dragon and thinks he could never beat him, then he gets depressed and commits suicide. The dragon eats his body and the princess as dessert. That's the end of the sad story.

PROGRESIVE METAL:
The protagonist arrives with a guitar and plays a solo of 26 minutes. The dragon kills himself out of boredom. The protagonist arrives to the princess' bedroom, plays another solo with all the techniques and tunes he learned in the last year of the conservatory. The princess escapes looking for the "HEAVY METAL" protagonist.

GLAM METAL:
The protagonist arrives, the dragon laughs at the guy's appearance and lets him enter. He steals the princess' make-up and tries to paint the castle in a beautiful pink color.

NU METAL:
The protagonist arrives in a run-down Honda Civic and attempts to fight the dragon but he burns to death when his moronic baggy clothes catch fire.

sábado, 8 de janeiro de 2005

Confissões

Existe mais poesia no olhar de quem ama do que em mil poemas que se escrevam; mas nem por isso devemos deixar de escrever mil poemas para mostrar ao mundo o que esse olhar dizia...

Era uma manhã como tantas outras que já vivi, fria, sonolenta, solitária. Mas não era isso que fazia com que me sentisse entristecida, deprimida. Aquele café que bebia aquecia-me o espírito, adormecia a dor que sentia dentro de mim... Atrevo-me a dizer que era uma droga benéfica a qual já não passava sem ela... Mas assim sendo... Não era tão benéfica quanto isso. São estes os restos de ti que ainda me atormentam, ainda me sinto como uma prisioneira do amor que sinto ou que sentia, da pseudo obssessão, das palavras carinhosas e dos jogos de olhares que trocavamos em minutos eternos de silêncio.

Sinto que tudo não passou de uma ilusão, sendo tu o ilusionista e eu a espectadora, enganada da melhor forma possível... Eras um artista.

O nosso amor acabou e eu nem dei pelo seu fim...

terça-feira, 4 de janeiro de 2005

Vai ou racha

Domingo, dia santo de azelhice na via pública.

Realmente, meus amigos, não gastem dinheiro em bilhetes para o circo ou até mesmo para o cinema, pois é dinheiro completamente mal empregue. Existem outras formas de investimento muito mais rentáveis, quer economicamente quer em termos de boa disposição.

Muitos gozam com o facto dos alentejanos se sentarem à beira das estradas, encostados às casas caiadas de branco e faixas azuis, mas aí é que vocês se enganam meus amigos! Eles sim, são possuidores do conhecimento! Na realidade, são eles quem gozam com os labregos que se auto-intitulam reis do asfalto!...

Ontem coloquei-me no papel do observador – uma vez mais. Sentada num banco no meio da Serra da Arrábida, lado a lado com umas ruínas romanas (achei tremendamente importante citar tais descrições) quando me deparo com tais ridículas figuras. Sim, senhor. Completamente amestrados, tenho de admitir. Era um puxa à frente, um puxa atrás, um raspa no carro do lado, um vai para o caralho acolá e um chupa-me a gaita aqui. Sim, senhor, completamente didáctico e instructivo.

E queixam-se que o código da estrada é degradante, quando na realidade o que é degradante mas tremendamente hilariante, quando só calha aos outros, é a tremenda falta de civismo nos automobilistas portugueses.