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Quimera Noctívaga

Há dias em que me sinto com uma enormidade de amor para dar: hoje é um deles. Contudo, sofro de um grande mal. Sou desastrosa a demonstrar e a expressar sentimentos. Aliás, sou horrível e desprezível. Sinto que nunca nada é suficiente nem algo que se pareça. Sei que p osso estar errada mas é-me difícil ver as coisas de forma diferente – para mal dos meus pecados. Tenho tanto e sinto ainda mais, e guardo-o cá dentro. Quero trazê-lo cá para fora. Para ti.

Relax, Take it Easy...

... Já o Mika dizia na sua canção! Pois bem, é o que mais preciso nesta altura do campeonato! Castanheira de Pêra: um local óptimo para abrandar e relaxar. Contudo, sinto-me derreada; pensar na semana que se segue, infelizmente, retrai todas as coisas boas que vivi durante os passados dois dias. Curiosamente, ao chegar a casa e ligar a TV, deparo-me com a coincidência “Morangos vão a Castanheira” – admirável, hein!Morangos Attack! P.S.: Obrigada ao Amor da minha vida por todas as surpresas com que me tem brindado: todas as pequenas palavras, actos, flores (adorei-as!) e por partilhar comigo a sua vida, no sentido literal.

Ponto Sem Nó

Não há ponto sem nó, duas sem três, Deus escreve direito por linhas tortas, etc. Expressões e ditos: prenúncios dum fado anunciado. Há coisas caricatas que parecem extraídas de um filme: quando um dia começa mal, acaba pior ainda – e não há quem me convença do oposto. Só tenho vontade de praguejar em plenos pulmões e esganar alguém com estas diminutas mas sãs mãozinhas. Amanhã é outro dia e, como tal, um novo acordar com garra para triunfar. Bem, sejamos francos, é o que pretendo e tento fazer ver a mim mesma.

O Domingo

Um fim-de-semana deslocada do meu quotidiano, de tudo o que faz sentido para mim. É estranho e desconfortável. És a razão do meu viver: Amo-te.

Knocking on Madness' Doors

Finalmente: fim-de-semana! O cansaço psicológico aliou-se à exaustão física – que bela mixórdia de depauperação. Sinto que necessito desesperadamente de Verão, um final de tarde numa praia, a desfrutar um belíssimo pôr-do-sol nos seus braços, mas nem consigo vislumbrar mentalmente tal remota situação. E a chuvinha? Essa veio mesmo a calhar! E os relâmpagos às 5h e picos da manhã? Um mimo! Uns fofos de tão simpáticos que foram. Soberbos. Sublimes. Eloquentes. Depois de uma análise introspectiva e atroz antevejo que o fim-de-semana não irá apaziguar com grandiosidade o meu abatimento. Talvez, quiçá, atiçar a minha irritabilidade!

Relato do quotidiano: uma visão factual

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É oficial: a boa vida chegou ao fim. Bem, salvo seja, é mais íntegro dizer: o ócio não remunerado. A vida de mulher laboriosa é presentemente uma realidade. Mas não vou entrar em especificidades. Na realidade, o highlight dos últimos tempos foi o perfeito fim-de-semana que o meu mais que tudo me presenteou. Um momento a dois – um mimo notável, hein? A melhor forma para terminar as férias em grande (bem tentada estive para escrever a célebre expressão “ à grande e à francesa ”, contudo a minha mente remete-me logo para outros canais menos próprios e relembro-me dos «2 contos» do filme “ Balas e Bolinhos ”!) Enfim! Um fim-de-semana para recordar e, sem sobra de dúvidas, para repetir!

1 + 1 = 2

É tão fácil trivializar um sentimento e tão difícil descrevê-lo verdadeiramente. E quando esse mesmo sentimento se resume somente a uma palavra? Seria bem mais funcional, mais objectivo, mais conclusivo. Não seria mais interessante dizer somente “Tu”?